chart-simple-horizontalDefinição

No mundo bruxo, criaturas mágicas abrangem toda espécie viva ou semi-viva com características mágicas, de animais (como dragões, unicórnios) a seres sencientes (goblins, elfos-domésticos, gigantes) e entidades incorpóreas (fantasmas, espectros). O Ministério da Magia, por meio do Departamento de Regulação e Controle de Criaturas Mágicas, regulamenta essas criaturas e define regras de categorização oficial. Em linhas gerais, todas as criaturas conhecidas são classificadas em três categorias: Bestas, Seres e Espíritos.

  • Seres: criaturas dotadas de inteligência comparável à humana e conscientes de sua posição na comunidade bruxa. Têm “direitos legais” e participam da sociedade mágica. Exemplo: os goblins, que são seres altamente inteligentes. Outros seres incluem elfos-domésticos, duendes, vampiros, etc. Historicamente foi definido que todo bípede mágica (animal que andasse em duas pernas) seria classificado como ser, enquanto quadrúpedes como besta, mas essa regra foi corrigida (os centauros e sereianos recusaram ser tratados como ‘seres’).

  • Bestas: criaturas essencialmente animais e com inteligência limitada, sem participação na elaboração das leis mágicas. Em suma, bestas são espécies mágicas sem entendimento humano; por exemplo, flobberworms, acromântulas, mantícoras e até trolls (que, apesar de bípedes, receberam a classificação de besta por sua baixa inteligência). Essas criaturas são tratadas pelo Ministério como animais mágicos comuns.

  • Espíritos: seres não-corporais do mundo mágico, normalmente fantasmas ou espíritos de bruxos já falecidos. Por definição, um fantasma é “um espírito separado de um corpo”.

Essa tripartição oficial reflete-se em manuais. Em suma, “seres” têm inteligência e direitos, “bestas” são criaturas animais comuns, e “espíritos” são entidades post-mortem.

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