Academias de Magia do Universo Horcrux
As academias de magia do Universo Horcrux são pilares formadores da identidade de um personagem. Elas não definem apenas onde um bruxo estudou, mas como ele pensa, conjura, reage e se posiciona diante do mundo mágico. Cada instituição carrega uma filosofia própria, uma abordagem distinta da magia e valores que moldam seus alunos de forma profunda e duradoura.
A escolha de uma academia deve refletir coerência com a história do personagem e impactar diretamente sua conduta, habilidades e visão de mundo.
École de Sorcellerie Paxlitté
Fundada no século XI nas colinas da Provence por Clarisse de Paxlitté, uma encantadora visionária e poetisa, a Paxlitté consolidou-se como símbolo de rigor, elegância e excelência nas artes bruxas. A academia construiu sua reputação sobre disciplina impecável, técnica refinada e profundo domínio da feitiçaria clássica, da alquimia e dos encantamentos.
Em Paxlitté, a magia é tratada como expressão intelectual e estética. Conjurar bem não é apenas lançar um feitiço eficaz, mas fazê-lo com controle, precisão e presença. Seus alunos são treinados desde cedo para manter postura irrepreensível, autocontrole emocional e respeito absoluto à tradição mágica. O unicórnio, seu emblema, representa pureza de propósito, nobreza de espírito e fidelidade à verdade arcana.
Centro de Magia de Auriverde
Erguido no século XVII no coração da Floresta Amazônica encantada pelos lendários Nove Guardiões, Auriverde nasceu como um reduto de sabedoria ancestral, diversidade e força espiritual. Suas construções vivas, entre árvores milenares e salas de aula ao ar livre, refletem uma filosofia em que a magia não é imposta à natureza, mas aprendida com ela.
Auriverde forma bruxos profundamente conectados aos ciclos naturais e ao conhecimento mágico orgânico. Sua abordagem privilegia poções, herbologia, criaturas mágicas e feitiços de manipulação elemental, especialmente ligados à água, à terra e ao vento. A magia é intuitiva, sensorial e viva. A arara, símbolo da escola, representa voz, identidade e a conexão profunda entre o bruxo e a terra que o sustenta.
Academia de Magia Dravencia
Fundada no século XIII, em meio a invasões e destruição, Dravencia ergueu-se nas montanhas geladas dos Cárpatos como um bastião de resistência mágica. Encravada em pedra negra, cercada por nevascas eternas e terrenos hostis, a academia molda feiticeiros que veem a magia como prática, defesa e arma.
Dravencia valoriza disciplina extrema, estratégia e resistência sob pressão. Seus alunos são treinados para duelos, combate mágico avançado e defesa rigorosa, desenvolvendo frieza tática e conduta implacável. O dragão, seu símbolo, representa força bruta, energia mágica em estado puro e domínio pelo esforço. A proximidade com o Santuário Romeno de Dragões consolidou sua tradição em dragonologia e no uso de materiais como couro de dragão em vestimentas e artefatos.
Academia de Magia Yamashira
Oculta nas montanhas de Honshu há mais de mil anos, Yamashira foi fundada por Yamashira no Kiku, uma poderosa sacerdotisa onmyōji. A academia permanece como um centro de tradição, equilíbrio e sabedoria espiritual, cercada por lagos sagrados, trilhas silenciosas e encantamentos de proteção.
Yamashira forma bruxos de mente centrada, postura disciplinada e magia precisa. Sua excelência está na magia elemental, na invocação espiritual e no controle do ki. Seus ensinamentos enfatizam serenidade, técnica e honra, valorizando o domínio interno como caminho para o poder externo. A carpa, símbolo da escola, representa resiliência, profundidade espiritual e fluidez mágica diante dos desafios.
Academia de Magia Aethermore
Fundada há mais de seis séculos nas terras frias do norte do Canadá por Elowen Thorne, Aethermore nasceu como refúgio para bruxos de regiões isoladas, onde o inverno é cultura, disciplina e essência. A escola construiu sua identidade sobre o estudo dos ciclos climáticos e da magia do frio.
Aethermore forma estrategistas natos, discretos e metódicos, com forte afinidade por magias de gelo, vento e correntes astrais. Seus alunos valorizam cálculo, observação e precisão, destacando-se em duelos técnicos, táticas de grupo e esportes mágicos em ambientes gelados. A Raposa do Ártico, seu símbolo, reflete adaptabilidade, inteligência e ação silenciosa.
Academia de Magia Zuberi
Fundada há mais de 500 anos nas vastas planícies da savana africana por Kabelo Luthando, mestre em magia e transmutação elemental, Zuberi nasceu como um santuário de equilíbrio entre poder mágico e ancestralidade tribal. Esculpida diretamente no solo argiloso, sua estrutura reflete a ligação profunda com a terra.
Zuberi valoriza velocidade, percepção e reação. Seus alunos são velozes no pensamento e na execução, com forte ligação à magia natural, rituais ancestrais, simbologia rúnica e práticas de combate em movimento. Muitos seguem caminhos ligados à animagia e à magia corporal. A chita, símbolo da academia, representa precisão, instinto e elegância letal.
Academia de Magia de Withergate
Fundada no início do século XVI por quatro magos de visões distintas — Eldric Voss, Seraphine Kael, Alaric Merrin e Tessa Rowan — Withergate nasceu como resposta à decadência da antiga tradição escocesa. Erguida sobre um território marcado por exílio e sofrimento, a academia simboliza renascimento, ruptura e transformação.
Desde sua origem, Withergate assumiu neutralidade absoluta frente a disputas ministeriais e preconceitos raciais, posicionando-se como um espaço de excelência, inovação e inclusão. Sua filosofia valoriza coragem, ambição, conhecimento e lealdade, não como caminhos separados, mas como forças que se tensionam e se moldam mutuamente. Ingressar em Withergate é aceitar o desafio de se reinventar e confrontar a própria essência mágica.
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